Aos tolos e sem paixão.
Aos que transbordam de tesão.
Seja no chão, cama ou encostados no fogão. Ou só no papel onde o tesão fica na conta paga, roupa lavada e aquela cerveja gelada. Aos amores de tapa na cara e tropeços e aos que se reviram pelo avesso.
Aos amores cretinos e românticos os platônicos e distantes, os loucos e sádicos. Toda forma de amor é válida, o que não vale é entender.